Quando eu for presidente da CBF…

Por Rodolfo Rodrigues

o dono da bola 

Depois da notícia que José Maria Marin desistiu de concorrer à reeleição na presidência da CBF, resolvi lançar minha candidatura ao comando da entidade.

Pretendo baixar novas regras e normas para o futebol brasileiro, que posteriormente se estenderão para todo o mundo, quando eu tomar a FIFA.

Entre as minhas propostas estão:

Será suspenso por cinco jogos, o jogador que comemorar gol fazendo coraçãozinho com as mãos.

Proibido jogadores com nomes compostos, chega de Rodrigo Caio, Diego Renan, Carlos Alberto, Leandro Donizete, Bruno Rodrigo, etc. O time que tiver mais jogadores com apelidos já entra na competição somando um ponto de bonificação.

Neymar será proibido de apresentar ao mundo músicas ruins, com as suas dancinhas nas comemorações dos gols. Além disso, qualquer jogador das categorias de base que cortar o cabelo igual a ele, será proibido de subir para o profissional.

Outra medida importante é que jornalista que falar que comemoração de tiro incentiva a violência, estará proibido de frequentar os estádios. Sim, vou censurar. Serei um presidente linha dura.

O uso de chuteira colorida terá punição severa. Fred será o garoto propaganda da campanha: ‘Futebol é com chuteira preta’.

Cobrança de escanteio curto nem pensar: o “tiro esquinado” foi feito para alçar a bola à área.

A geral voltará aos estádios, que não poderão chamar Arena. Os estádios precisam de um local mais popular, o futebol é do povo. Chega de gente preconceituosa que fala que ingresso tem que ser caro mesmo, sem discussão, pra evitar confusão, como se só pobre arrumasse briga. Cada jogo tem seu valor e o ingresso deverá ser cobrado de acordo com a importância.

Na minha gestão, torcedor que priorizar o campeonato de “pupagante™”, campeonato goumert™ e campeonato de análise de contrato de jogador, também estará proibido de entrar nos estádios por tempo indeterminado.  A prioridade é a bola rolando, sempre.

A corneta está liberada. Futebol sem cornetagem é Buchecha sem Claudinho. Torcedor tem o direito de vaiar, reclamar e xingar, claro, sem violência.

Outra medida a ser tomada por mim será a exclusão dos os times da primeira divisão da disputa dos Campeonatos Estaduais. Vou voltar com todas as copas regionais. O campeão estadual garante vaga pra regional no ano seguinte e, se eu estiver de bom humor, talvez faça um ‘Super Campeonato Estadual’, com o campeão estadual enfrentando as equipes grandes que não entraram na disputa.

Por enquanto é só. Durante a campanha poderei anunciar outras propostas. Aguardo o apoio dos populares.

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Sobre palpitandoocotidiano

Sou jornalista, com pós em empreendedorismo e marketing.
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Uma resposta para Quando eu for presidente da CBF…

  1. André Luiz Araújo disse:

    Boa. Fora as caretices.

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