Sons of Anarchy, um turbilhão de sentimentos

Por Rodolfo Rodrigues

Sons-Of-Anarchy

Sempre gostei de séries, mas nunca fui um fanático para acompanhar todos os episódios do início ao fim. A primeira que me prendeu de verdade foi Lost, logo depois vieram Dexter e Sons of Anarchy. Somente com essas três (até então), eu consegui seguir sem interrupção, com momentos de loucura, empolgação, dúvidas, sensatez e até insônia esperando um novo episódio, ou uma nova temporada.

Assim quando acabou Lost, me senti órfão de série, mesmo já acompanhando Dexter. Mas, graças ao bom colega e advogado Juliano Viana Bahia, fui apresentado a Sons of Anarchy, e é sobre essa série que quero fazer uma breve introdução, ou quem sabe, convidar quem não conhece a procurar saber um pouco mais.

A história se passa em uma cidade fictícia no interior da Califórnia, e foi lançada em 2008, nos EUA. De início, pensei que era apenas uma série contando a história de um moto clube que se envolvia com coisas ilícitas e aventuras radicais, mas a série que nesta semana terminou a 5ª temporada é bem mais do que isso. Ao longo dos anos, SOA foi se mostrando uma obra prima de roteiro, intrigas, emoções e armações. Ao assistir, é impossível não ter certas doses de agonia, desespero, sofrimento e principalmente de surpresas. Os acordos e as manipulações entre os personagens mudam a todo o momento. O bom passa ser o mau, o inimigo passa ser amigo e vice-versa. Todo mundo vive em um mundo cercado pela mentira e pela ganância e, no final das contas, sempre a busca pelo poder é que rege as alianças que são feitas e desfeitas ao longo da história. Uma palavra que resume bem a história é imprevisibilidade. Quem assiste não vai cair na monotonia, pode ter certeza.

Kurt Sutter, criador e ator de SOA, é tão louco para escrever, como seu personagem na série, que é um membro do moto clube e passa o tempo inteiro na prisão. Quando assistimos a primeira temporada, pensamos que a série é uma coisa, já que o enredo do primeiro ano é um pouco lento, mas ao logo da história nas temporadas posteriores, a gente vê que é muito mais louco e denso do que qualquer um pode imaginar. Não quero me aprofundar no texto (e nos detalhes), para não estragar a surpresa de quem irá acompanhar a partir de agora.

Recomendo demais para quem ainda não teve a oportunidade de assistir, mas vale ressaltar que, não sou o Ministério da Saúde, mas digo que Sons of Anarchy é algo viciante.

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Sobre palpitandoocotidiano

Sou jornalista, com pós em empreendedorismo e marketing.
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2 respostas para Sons of Anarchy, um turbilhão de sentimentos

  1. Lílian Fernandes disse:

    Estava procurando por mais uma série boa para acompanhar. Acredito que encontrei hehehe
    Depois te conto!

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