Que tal apoiar e divulgar os pequenos negócios?

Nesse momento de pandemia, onde vários comércios não podem funcionar em sua plenitude, muitas empresas estão sofrendo com a situação financeira. Mas quem leva a pior nesse caso são os pequenos empresários, que não possuem o mesmo background das grandes corporações.

Pensando nessa situação, postei no Twitter e no Instagram no último final de semana pedindo para que me indicassem alguns pequenos negócios, com o intuito de escrever este post no blog. Minha ideia é tentar ajudar divulgar de alguma maneira esses serviços e produtos.

Então vamos ao que interessa. Esse post será sempre atualizado, na medida que mais indicações forem chegando. Peço para você, caro leitor, que acesse, siga e compartilhe, para tentarmos atingir um bom número de pessoas e que essas empresas consigam prosperar em seus negócios.

Produtos Pepita – Molhos e geleias artesanais. Agora tem uma linha de sal de parrilha.

Acesse: https://www.instagram.com/produtospepita/

https://www.facebook.com/produtospepita/

Marcenaria Santa Lúcia (Betim-MG) – Móveis planejados residenciais e comerciais. Fábrica em Betim desde 1987.

Acesse: https://www.instagram.com/marcenariasantalucia/

Cristiane Trindade – Psicologia Clínica Neurociência do Comportamento- Atendimento online

Acesse: https://www.instagram.com/psicologacristrindade/

Essencial Sublimação – Produtos sublimados, canecas em cerâmica ou polímero, chinelos, quadros em MDF, camisas, entre outros.

Acesse: https://www.instagram.com/essencial_sublimacao/

WhatsApp: (31) 9.9146-4844

Aconchego Vegano – Delivery de comida vegana com entrega na região dos condomínios de Nova Lima.

Acesse: https://www.instagram.com/aconchegovegano/

Depósito Casa Shop – Depósito material de construção, utilidades e casa de ração.

Acesse: https://www.instagram.com/depositocasashop/

Mimos da Tree – máscaras personalizadas e kits para cozinheiros.

Acesse: https://www.instagram.com/mimosdatree/

Lorenna Oliveira – Psicóloga Cognitivo Comportamental – Atendimentos: adultos e adolescentes, online e presencial.

Acesse: https://www.instagram.com/psilorenna/

Lavanda doces e bolos – doces e bolos feitos com amor. Entregas em Belo Horizonte, condomínios de Nova Lima e região.

Acesse: https://www.instagram.com/lavandabh/

Subliminas – Trabalho com foto-produtos, uniformes esportivos, moda casual.

Acesse: https://www.instagram.com/subliminasbr/

https://www.facebook.com/subliminasBR/

Fábio Diniz – Aulas em domicílio de matemática e física em Belo Horizonte e região dos condomínios de Nova Lima. Atendimento online.

Acesse: https://www.instagram.com/fabiodinizprofessor/

Dizeres imperfeitos – serviços personalizados de lettering.

Acesse: https://www.instagram.com/dizeresimperfeitos

Fernanda Rezende – Produção, edição e revisão de conteúdo, gerenciamento de redes sociais e cartão de visita digital.

WhatsApp: (31) 98470-8109 ou acesse: https://whats.link/fernandarezende

E-mail: frcomunicacao@outlook.com

Giz Digital – Marketing digital, design, mídias on e off e vídeo marketing

Acesse: https://www.instagram.com/gizdigitalipa/

Se Achegue – Café e confeitaria. Bolo, chocolateria, salgados e cafés.

Acesse: https://www.instagram.com/seacheguecafe/

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Podcast Amigos da Vó – episódio 2

No segundo episódio do podcast Amigos da Vó, falamos sobre o novo mercado das lives. Os shows na internet são um caminho sem volta?

Para debater conosco, recebemos o jornalista e engenheiro Magnus Moreira, que trabalhou em algumas dessas famosas lives.

Aperta o play e escuta aí.

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Covid-19: atacante revela como anda a vida e o futebol na Tailândia

Na Tailândia desde 2016, com um pequeno intervalo de seis meses no ano de 2018, quando atuou pelo CSA, o atacante Josimar, mineiro de Ipatinga, já atuou em quatro equipes no país asiático. Atualmente ele joga pelo Port FC.

Morando na capital Bangkok, que possui mais de 8 milhões de habitantes, Josimar comentou sobre o início do Corona Vírus no país e como a população vem fazendo para tentar evitar o contágio.

“A Tailândia é muito visitada por chineses. Na época do ano novo chinês, o governo daqui disse que só da região de Wuhan, na China, o país recebeu mais de 22 mil turistas. Foi pedido para que a população colaborasse e ficasse em casa, mas como a medida não estava funcionando como eles queriam, começaram a fechar todas as coisas e fazer um toque de recolher”, revelou.

“Só ficaram abertos hospitais, mercados e farmácias, com os restaurantes trabalhando em sistema de delivery. Os parques, shoppings e pontos turísticos estão fechados. Depois das 22h, todos precisam estar em casa, podendo sair de novo após às 4h da manhã. Se você for pego na rua será multado”, completou.

Assim como no Brasil, a Tailândia também sofre com a subnotificação. Apesar disso, Josimar diz que, de acordo com o que vem sendo divulgado, os números estão até certo ponto controlados.

“Bem no início, aqui era o país com mais casos fora da China, mas hoje está bem controlado tanto no número de infectados, quanto no número de mortos. No último domingo (10) foram informadas 56 mortes. Não conheço ninguém contaminado, mas meu círculo de convívio é bem reduzido”, citou.

Em alguns países os campeonatos de futebol já retornaram. Em outros, as equipes estão voltando aos poucos aos treinamentos. Na Tailândia ainda não há previsão.

“Nós fomos a primeira equipe a parar os treinos. Estamos sem treinar juntos desde 10 de março, mas temos uma programação diária de atividades que precisam ser relatadas, através de vídeos, para o preparador físico e a diretoria do clube”, contou.

De acordo com o atacante, ainda não existe uma previsão para o retorno das atividades. “Não temos nada de concreto ainda. Estamos aguardando as medidas do governo e a liberação do mesmo para retornar os treinamentos”, complementou.

Assim como na maioria dos lugares, os atletas de futebol que atuam na Tailândia também tiveram cortes salariais. “Não tinha como ser diferente, aqui também houve cortes salariais. Cada clube teve sua porcentagem e, pelo que eu sei, apenas duas equipes não cortaram salários”, revelou.

No meio de toda essa confusão, provocada pela pandemia do Corona Vírus, Josimar e a esposa Amanda vivem a expectativa do nascimento da segunda filha do casal.

“Já era programado de termos a nossa filha aqui. O que atrapalhou foi a parte de trazer nossos familiares para ajudar nos primeiros meses. Com a Covid-19, isso não será possível”, concluiu.

Além do futebol tailandês, Josimar já atuou no Japão e na Arábia Saudita. No Brasil jogou por equipes como: Náutico, CSA, Atlético-GO, Lajeadense-RS e Ipatinga-MG.

Leia também:

A vida de um brasileiro onde a Covid-19 começou:

https://palpitandoocotidiano.wordpress.com/2020/05/08/a-vida-de-um-brasileiro-onde-a-covid-19-comecou/

72 horas e uma vida de pernas para o ar: confira o relato de um brasileiro que vive a pandemia na Itália:

https://palpitandoocotidiano.wordpress.com/2020/05/12/72-horas-e-uma-vida-de-pernas-para-o-ar-confira-o-relato-de-um-brasileiro-que-vive-a-pandemia-na-italia/

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Josimar em família/Arquivo pessoal

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72 horas e uma vida de pernas para o ar: confira o relato de um brasileiro que vive a pandemia na Itália.

Em setembro de 2019, o jornalista Braitner Moreira resolveu encarar uma nova vida e se mudou, junto com a esposa, para Milão, na Itália. Natural de Unaí, cidade do noroeste mineiro, mas morador de Brasília por mais de uma década antes de mudar para a Europa, ele não sabia que sua vida ia ter uma mudança nível hard logo nos primeiros meses.

“Tudo começou para mim em março, quando eu iria para Lecco, uma cidadezinha aqui perto, trabalhar em um jogo da série C italiana. A partida seria em um sábado, minha esposa iria comigo, porque é um lugar turístico e poderíamos aproveitar o final de semana para conhecermos a cidade. Um dia antes de jogo, fomos a uma pizzaria com alguns amigos e começou o burburinho do vírus na Itália. Como o trabalho era um freela, começamos a discutir se iríamos ou não até Lecco. Por volta das 20h, batemos o martelo: comuniquei que não iria, porque estava receoso com o vírus que já estava no norte da Itália”, relatou.

“Horas depois o jogo foi cancelado e a série C paralisada. O caos foi muito veloz aqui, não foi algo construído ou planejado igual no Brasil ou nos EUA, que tiveram tempo. A impressão que a gente teve aqui foi que alguém apertou o botão do pânico e o país parou de funcionar como nas semanas anteriores. Na segunda-feira já começou a transição de aulas presenciais para virtuais, de trabalhos para home office e a vida de todo mundo virou do avesso muito rápido. Em 72 horas tivemos duas coletivas de imprensa com dois decretos do primeiro-ministro, sem consultar o legislativo, o que é algo raro aqui. Uma dessas coletivas começou às 2h30 da manhã. Isso resume um pouco o que foi o início do Corona vírus em território italiano”, completou.

Assim como acontece no Brasil, e em vários outros países, o governo italiano também sofreu forte pressão dos empresários para não fechar todas as empresas. De acordo com Braitner, esse foi um dos motivos que ajudou a agravar a situação.

“Um dos problemas do início da crise foi que os empresários não aceitavam fechar o comércio em algumas cidades aqui da Lombardia. As associações comerciais e de indústrias foram mais fortes que os governos locais e não deixaram fechar as cidades. Em Bérgamo, que é o coração industrial da Itália, isso foi bem claro. Só depois de um tempo que aconteceu o lockdown e claro, depois a pressão para a reabertura de tudo, o que é algo normal”, comentou.

O governo italiano criou programas de auxílio para empresas e pessoas físicas tentarem amenizar as perdas nesse momento de pandemia. Segundo Braitner, a medida gerou polêmica no país.

“O governo ajudou a população, muito mais do que aconteceu no Brasil. Mas no geral, as pessoas aqui acham que foi insuficiente. O comerciante diz que as pessoas físicas foram mais ajudadas, essas acham que os industriais foram mais ajudados, e esses acham que os pequenos comerciantes foram os que tiveram maior apoio. Quando todo mundo está insatisfeito, mostra que foi uma medida minimamente aceitável. Nós não nos enquadramos no critério, por isso não entramos com pedido”, disse.

O que acontece no momento

Neste momento, a Itália vive a fase dois no combate ao vírus. As autoridades apresentaram novas diretrizes para tentar flexibilizar o isolamento.

“Essa é a fase de convivência com o vírus. As semanas da primeira fase foram difíceis, porque estávamos fazendo uma contagem regressiva sem saber qual era a data final, coisa que ainda não sabemos, mas antes não sabíamos nem a data de uma segunda fase, então foram dois meses que se eu fosse para o supermercado com a minha esposa levaria uma multa de 5 mil euros, não podia sair junto”, declarou.

“Então nessa fase dois, que começou na semana passada, a gente fez uma bela caminhada de uns 6 km usando máscara e ficando a um metro de distância um do outro. Essa volta é lenta, ainda está quase tudo fechado, mas foi uma experiência positiva. Ainda trabalho de casa, não tem data para ir para o escritório. Isso tudo mostra que o ser humano é um bicho que consegue se adaptar a qualquer coisa. Se você saiu dessa vivo, saudável, sem nenhum trauma familiar ou de amigos, você consegue se virar”, complementou.

Futuro

Com a incerteza do que acontecerá daqui para a frente, Braitner comentou sobre alguns dados preocupantes que vem sendo discutidos na Itália.

“A expectativa daqui é que 20% dos restaurantes não vão conseguir reabrir depois da crise, já que a Itália é um país que vive muito em função do turismo. Em Milão um pouco menos, já que podemos dizer que aqui é a São Paulo italiana. A cidade consegue manter uma vida menos dependente do turismo. Por outro lado, Roma, Toscana, Região dos Lagos, Veneza e Sul vão fechar, não tem condição dos restaurantes ficarem abertos sem turista, não há ajuda que dê jeito”, comentou.

Para o jornalista, a Itália errou muito no início da pandemia, mas, para ele, depois o balanço se tornou, de certo modo, positivo.

“Mesmo com a pouca informação que tínhamos na época, por ter sido o primeiro país muito afetado depois da China, a Itália tem conseguido se livrar com um número “aceitável” de contágio. Se você parar para analisar os dados, o país teve alguns gargalhos muito graves. O primeiro dele foi nas casas de repouso e o segundo foi no contágio dentro de casa, o lockdown foi bem feito, mas teve erros graves nesses dois casos”, citou.

“Por exemplo, se eu tivesse infectado teria que tomar os cuidados dentro de casa com a minha esposa. Eu não poderia ir para um hotel, hospital ou qualquer coisa que seja bancado pelo governo para que eu pudesse passar a minha quarentena. No meu caso seria tranquilo, porque só moramos nós dois, mas a estrutura familiar italiana no geral não é assim. Aqui existem casas com famílias muito grandes, com muitos idosos, então teve muita contaminação interna. Mas entendo que é muito fácil fazer essa análise agora, depois que o pior momento já passou”, concluiu.

Ainda não sabemos o que virá pela frente no Brasil, mas é importante conhecer a realidade de outros países para aprendermos com os erros e os acertos. Informação nunca é demais.

Leia também:

A vida de um brasileiro onde a Covid-19 começou https://palpitandoocotidiano.wordpress.com/2020/05/08/a-vida-de-um-brasileiro-onde-a-covid-19-comecou/

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Braitner e a esposa/Arquivo Pessoal

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Fila para entrar em um mercado de Milão/ Braitner Moreira

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Amigos da vó – episódio piloto

Somos uma turma de amigos que se conheceu na faculdade, há quase 20 anos, e mantém o contato através da internet, já que cada um mora em um canto. Temos um grupo de WhatsApp chamado Amigos da Vó (um dia explicaremos o nome), onde comentamos e debatemos os mais variados assuntos, papo de boteco mesmo.

Nesse momento de pandemia e isolamento social, resolvemos levar esse papo para outro nível e criamos o Podcast Amigos da Vó, onde semanalmente debateremos diversos assuntos.

No domingo (10) lançamos o primeiro ao vivo no Youtube. Dê o play, assine o canal e clique no sininho.

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A vida de um brasileiro onde a Covid-19 começou

Um vírus causa uma pandemia que devasta o planeta e segue sem previsão de passar. Tudo começou, oficialmente, na China no mês de dezembro. Lá do outro lado do mundo, no país de mais de 1 bilhão de pessoas, um mineiro da cidade de Ipatinga nos conta como foi passar pela pior parte da pandemia e como as coisas estão neste momento na terra de Jet Li.

O PALPITANDO conversa com Glauber Rodrigo Souza, 34 anos, professor de acrobacia e ginástica geral para crianças, que mora na China há 10 anos, mais precisamente na cidade de Guangzhou.

“Os primeiros casos do Corona vírus foram reportados aqui no dia 23 de janeiro, perto do ano novo chinês. A partir daí eles começaram a fechar o comércio e locais de aglomeração como parques, escolas shoppings, etc. Tive que parar de trabalhar, porque trabalho com mais de 10 pessoas no local”, contou.

“Desde então, só saímos de casa para comprar o básico para alimentação, mas nem todos os mercados ficaram abertos aqui. Alguns condomínios limitavam as saídas dos moradores. Em abril começaram a liberar alguns comércios, mas ainda tem muita coisa fechada. Os que estão abertos possuem restrições como checagem de temperatura e uso de máscara. O interessante é que muitos comerciantes reabriram com os preços mais baixos, para ajudar as pessoas. As escolas seguem sem funcionar, meus filhos estão em casa. Nos restaurantes é preciso deixar nome e telefone, para que caso apareça alguém infectado, a polícia consiga fazer o controle de todo mundo que esteve no mesmo local”, completou.

Glauber disse que todo mundo que viaja entre cidades, províncias, e claro, países, foi submetido a exames.

“As pessoas que viajam de uma cidade para outra precisam fazer o exame e fazer uma quarentena em casa. Eu e minha família não chegamos a fazer o teste, porque não viajamos para nenhum lugar. Estamos na mesma cidade desde o dia 23 de janeiro. Quem chega de outro país por Hong Kong, precisa fazer uma quarentena lá e depois faz outra quando entra na China, em casa, e fazem os testes”, revelou.

Questionado se alguém do seu círculo social foi contaminado, Glauber respondeu: “não conheço ninguém que foi diagnosticado com a Covid-19. Nós estamos nos cuidando bastante desde o início, fazendo tudo que o governo pede. Em muitas cidades não espalhou muito, porque as pessoas estão seguindo à risca as normas”, concluiu.

No Brasil, segundo autoridades de saúde, ainda não atingimos o ápice da doença, mas já temos mais de 9 mil mortes confirmadas (até a publicação deste texto). Nesse caso, o melhor a se fazer é tentar ficar em casa o máximo possível e tomar os devidos cuidados, como o uso de máscaras e a higienização das mãos.

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Glauber e os filhos, antes da pandemia (arquivo pessoal)

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Dicas do que fazer durante o isolamento – parte 15 – participação Guilherme Piu

Seguimos em isolamento social e peço mais uma vez para não saírem de casa (quem puder, claro). Para tentar amenizar a falta de encontro sociais, ou até mesmo daquela voltinha na rua, continuo trazendo Dicas do que fazer durante o isolamento.

Meu convidado para a parte 15 é o jornalista Guilherme Piu. Repórter da editoria de esportes do jornal Hoje em Dia, ele teve sua rotina alterada com a pandemia. Piu trocou a redação pelo trabalho em casa.

“Estou trabalhando em home office, todos os dias. A gente segue o esquema de plantão, então também trabalho alguns finais de semana, mesmo sem jogos. Apurar notícias nessa época é muito difícil, então vamos conversando com assessores e atletas para fazer entrevistas. Também conversamos e fazemos lives com ex-jogadores”, contou.

Quando não está trabalhando, Guilherme busca assistir filmes e séries para passar o tempo. Ele trouxe para os leitores do PALPITANDO uma série documental que mostra os bastidores do Barcelona.

“Agora estou assistindo na Netflix o Matchday: Inside FC Barcelona, que conta a história do dia a dia do Barcelona na temporada 2018-2019. Como sou apaixonado por futebol, indico essa série porque é muito legal conhecer os bastidores de um clube gigante, inclusive ver a preparação para o clássico contra o Real Madrid, um dos maiores jogos do mundo, que ainda tenho o sonho de assistir em loco em breve”, revelou.

“Também ando lendo muitas reportagens, procurando muitas informações para cuidar de mim e da minha família nesse tempo de pandemia. Estou assistindo filmes e auxiliando minha namorada nas postagens de conteúdo nas redes sociais. Busco ajudar algumas pessoas também com ações sociais na internet, fazendo contatos. Quando sei de algumas pessoas que precisam de ajuda, faço algumas conexões para tentar angariar doações. Essa tem sido minha vida nos quase 50 dias de quarentena. Espero que todo mundo tenha consciência do que deve ser feito, para sairmos dessa o mais rápido possível”, completou.

 

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Imagem: divulgação

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Dicas do que fazer durante o isolamento – parte 14

Saudades de dar uma volta na rua, né, minha filha? Sim, eu sei como é difícil ficar isolado nesse momento de pandemia. Medo, pensamentos estranhos, incerteza, preocupação e insegurança se aglomeram na nossa cabeça.

Para tentar amenizar, precisamos buscar distrações para ocupar o tempo quando não estamos trabalhando ou estudando. Minha dica de hoje veio de uma indicação da minha esposa, Claudiane. Um site que te leva para passear pelas ruas de algumas cidades do mundo, com direito a escutar rádios locais. Se você preferir, pode desligar o rádio e ouvir o som ambiente, como o barulho do motor, carros passando ao lado e buzinas.

Acesse http://driveandlisten.herokuapp.com/ e embarque nessa viagem.

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Imagem: reprodução

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Dicas do que fazer durante o isolamento – parte 13- participação de Isabelly Morais

Gosta de esportes? Tem Netflix? Se as duas respostas foram sim, as dicas de hoje são para você. Nossa convidada na parte 13 do Dicas do que fazer durante o isolamento é a jornalista Isabelly Morais.

Ela trouxe duas dicas de séries esportivas. A primeira é The Last Dance, que conta a história do Chicago Bulls de Michael Jordan. Já a segunda é The English Game, que mostra o início do futebol na Inglaterra.

“Tenho duas indicações para fazer. A primeira é um documentário que estou assistindo, chamado “Arremesso final”. Curiosa tradução de “The Last Dance”, nome original, ele remonta à super década de 90 do Chicago Bulls, mas também conta sobre momentos e a crescente na década anterior. Nele, Michael Jordan revela detalhes e bastidores de sua chegada ao time e tudo o que viveu com o clube. O nome é inspirado numa fala do técnico Phil Jackson, que intitulou a temporada 1997/98 como a “A Última Dança”, uma vez que os Bulls estariam diante de uma desmontagem com as declarações de Jerry Krause, general manager do time”, comentou.

“Além de Jordan, o documentário traz entrevistas com Scottie Pippen, Dennis Rodman, o próprio Jackson, além de outros atletas daquela geração e adversários emblemáticos. Um ponto que chama muito a atenção é a riqueza de imagens. O documentário foi feito com a ESPN e há um arquivo imenso de filmagens da época. Elas dialogam muito com as entrevistas. A série tem 10 episódios, sendo que a cada segunda-feira dois são lançados na Netflix. Quatro já foram lançados e, para dar um spoillerzinho, os da próxima segunda vão nos fazer chorar. Já sabemos que terá a participação de Kobe Bryant, astro que nos deixou no fim de janeiro”, completou.

The English Game

“Uma outra série que assisti há pouco tempo e que super indico também é “The English Game”. Bem curtinha, ela tem apenas seis episódios e remonta ao futebol na Inglaterra no fim do século XIX. A produção traz a dualidade do futebol profissional e do amador, personificada por dois personagens, especialmente: o operário de classe baixa Fergus Suter e o lorde de uma rica família inglesa, Arthur Kinnaird. O primeiro passou a receber para jogar quando contratado pelo dono de uma fábrica. Isso, ao se tornar de conhecimento de muitos da liga na época, não pegou bem. O futebol era visto como algo de cavalheiros, amador, bastante enaltecido pelo time de Arthur. A boa campanha de um time de operários também levantava comentários entre as classes mais altas”, disse.

“Há detalhes superinteressantes, como observar os uniformes, a bola de capotão e o jeito de jogar. É possível perceber alguns movimentos precursores dos clássicos esquemas táticos, um claro processo de entendimento do jogo em si. Mesmo falando sobre futebol, a série trata bastante das diferenças entre classes vistas pelas lentes da modalidade. Outro ponto que observei foi sobre como à mulher foi dado um papel super coadjuvante. Os homens tinham o direito de comentar sobre o futebol porque ‘eles entendiam’. As mulheres não eram inclusas nesse processo. Apesar de curta, a série é bem legal e curiosa. Muito boa”, completou.

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Imagem divulgação

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Dicas do que fazer durante o isolamento – parte 12- participação de Ivo Neuman

Depois de um pequeno hiato, voltei com as dicas do que fazer durante o isolamento. Nosso convidado para a parte 12 desse quadro é Ivo Neuman do blog Treta e do podcast Treta Talks.

Ivo nos contou o que anda fazendo durante esse período de isolamento social, e nos presenteou com algumas dicas das coisas que tem feito para passar o tempo. Separamos por categorias, onde ele comenta um pouco de cada uma. Acompanhe aí:

1. CURSOS
“Entre as minhas férias de 2020 e 2021 que já foram antecipadas, tenho feito alguns cursos disponibilizados pela minha empresa. Pra quem não tem uma plataforma de cursos disponíveis, tem muita coisa aberta e grátis na web, especialmente no YouTube. Aprenda coisas novas!”.

2. TRABALHO
“Eu sempre precisei de um tempo maior pra me engajar em projetos pessoais mais complexos, como continuar escrevendo meu livro, que comecei há 20 anos. O tempo extra possibilita um trabalho de pesquisa caprichado e a escrita livre para errar, sem compromissos com prazos”.

3. EXERCÍCIOS
“Não sou exatamente uma musa fitness, mas a quarentena abriu um espaço pra aprender Yoga na sala. Apps como o Down Dog são bem úteis pra isso”.

4. GAMES
“Também não sou exatamente um muso gamer, mas aproveitei o ócio pra matar saudades do glorioso Age Of Empires 2, um jogo velho capaz de te abduzir por dias inteiros. E também dei uma mergulhada no PUBG Lite, jogo grátis de Battle Royale para PC, bom pra jogar em equipe com amigos.

5. TV
“Além de zerar os filmes e séries mais famosos da Netflix, Globoplay e Prime Video, estou excursionando alguns realities, como The Circle, Casamento às Cegas e, mais recentemente, o 100 Humanos, que é um reality show com pegada mais ‘científica’, promovendo testes e experimentos para refletir sobre a nossa vivência em sociedade”.

“É isso. O mais importante: mantenha uma distância saudável do noticiário (inclusive redes sociais) se isso te faz mal. Auto-conhecimento é a chave”.

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Age Of Empires 2 é uma das distrações de Ivo (imagem divulgação)

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