Lições de marketing na palma da mão

Primer-by-Google

Conhece o Primer? Ele é um aplicativo do Google para estudar os conceitos iniciais do marketing digital. O app é gratuito e funciona offline, assim você pode economizar seu plano de dados.

O Primer oferece lições introdutórias divididas em quatro temas: Publicidade, Conteúdo, Mensuração e Estratégia, que podem ser feitas em qualquer lugar. É uma ótima opção para estudar no caminho do serviço ou da aula e nos intervalos.

Depois é possível colocar o aprendizado em prática com exercícios personalizados. É uma ótima maneira de usar seu celular para adquirir um bom conteúdo e quem sabe ajudar a impulsionar seu negócio.

Seguem abaixo os links para Android e iOS.

Android – Primer

iOS – Primer

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Apps para acompanhar os Jogos Olímpicos

De 5 a 21 de agosto, o Rio de Janeiro será palco dos Jogos Olímpicos. Como são muitas provas em vários horários, precisamos de um auxílio para acompanhar tudo. Então listei alguns aplicativos para facilitar a vida de quem deseja ficar por dentro de tudo que rola no maior evento esportivo do mundo.

The Olympics – Official App – É o aplicativo oficial do Comitê Olímpico Internacional.

Android

IOS

Rio 2016 – Aplicativo oficial da organização dos Jogos Olímpicos deste ano do Rio

Android

IOS

Windows Phone

SporTV Rio 2016 – O Sportv lançou um aplicativo dos Jogos Olímpicos. Possui transmissões ao vivo para assinantes do canal

Android

IOS

Fox Sports Rio 2016 – Aplicativo oficial dos canais Fox Sport. Também possui transmissões ao vivo.

Android

IOS

Globo Rio 2016 –  quadro de medalhas, calendário das competições e um guia de serviços e realidade aumentada

Android

IOS

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Dicas de Bots no Telegram

Por Rodolfo Rodrigues

bot

O Telegram é muito mais que um simples aplicativo de mensagens instantâneas, além dos canais, onde você pode acompanhar assuntos de seu interesse, (acesse o meu, por favor Palpitandoocotidiano) o usuário tem uma gama de Bots para facilitar as atividades do dia a dia. Pra quem ainda não sabe o que é, Bot é um programa que atua em uma conta do usuário no Telegram, que não é operada por humano, mas sim por um robô, que tecnicamente pode ter ensinar, e fazer pra você muitas coisas.

Para adicionar um Bot, bastar colocar o nome na área de busca do app, no campo “Pesquisar”. Confira a seguir uma lista de alguns Bots que acho bem interessantes. Se alguém tiver dica de algum outro que não está aqui pode enviar pelos comentários que vou acrescentar.

@evernotesbot envia para o seu Evernote tudo o que você encaminhar para ele. Primeiro, autorize o acesso à sua conta Evernote.

@netflixnewsbot Receba títulos que chegam ao Netflix. Escolha o país cujo catálogo você receberá.

@ytWatchBot Manda para você as atualizações em vídeos dos seus canais favoritos do YouTube.

@PokerBot Bot que te deixa jogar Poker Texas Hold’em no chat do Telegram.

@SaveVideoBot baixar vídeos do Youtube e Facebook
‎@biblegatewaybot Tenha a Bíblia completa em português e em várias versões com esse bot.

@TheMuambot Bot para rastrear encomendas. Esse é bem completo, dando até a opção de pôr descrição nos códigos e te manda notificações toda vez que há mudanças em cada códigos.

@rastreamentobot Gerencie seus pacotes do Correio com esse Bot que te notifica a cada movimentação no seu código de rastreamento.

@weatherbot Previsão do tempo, receba alertas com a previsão durante o dia e durante a noite.

@HangBot Jogue o jogo da forca pelo Telegram. Assim que entrar escreve /language e procura troque o idioma para o português.

@GetMusicBot Envie o link do YouTube e ele te traz a música em mp3.

@AlertBot Você pode definir alertas para ele te lembrar da mensagem.

@TweetingBot É um Bot que conecta sua conta ao Twitter. Você pode postar diretamente no Twitter pelo do Telegram.

@topdf_bot Converte arquivos doc, docx, odt e até jpg em PDF.

@YTranslateBot Traduza palavras, frases, textos em vários idiomas.

@PronunciatonBot Escreva a palavra ou frase que ele enviará para você um arquivo de áudio com a pronúncia correta.

@YTAudioBot Envie o link do vídeo do Youtube e baixe somente o áudio em seu dispositivo.

@ImageBot Envia uma palavra e você recebera uma imagem relacionada.

@vkm_bot Buscar e baixar músicas por nome ou artista.

@diciobot Dicionário de língua portuguesa, com mais de 400 mil verbetes.

@cemigbot Se você é cliente da Cemig, use esse Bot para reclamar de falta de luz no seu bairro.

@storebot Explorar e descobrir bots do Telegram.

@Dolarhoje_Bot Dica de bot para cotação do dólar

@fakemailbot Faz e-mails “falsos” para, por exemplo, você se inscrever em listas de e-mail, newsletters e similares. Você recebe o conteúdo do e-mail no bot.

@AndyRobot Bot que ajuda treinar inglês

Lista de jogos:

UNO: @mau_mau_bot
Trivia: @TriviaBot
Detetive: @werewolfbot
Forca: @PlayHangmanBot
Jogo da velha: @oxbot
Black Jack (21): @BlackJackBot
Fruit Game: @Fruitgamebot
Xadrez: @chessbot

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Dica

Se tem algo chato nesses tempos de uso frenético de aplicativos de mensagens instantâneas, é quando você recebe um áudio gigante no meio de uma conversa no Telegram ou no WhatsApp e não pode ouvir no momento (além de gastar muitos dados). Sei que as vezes você quer dizer muita coisa e rola uma preguiça de digitar tudo, mas existe uma maneira de resolver esse problema.
Entre no teclado do seu celular como se fosse digitar uma mensagem, procure e clique no ícone do microfone (geralmente aparece ao lado esquerdo da barra de espaço). Pronto, agora é só ditar seu texto e enviar a mensagem que aparecerá digitada.

Não sei se funciona no Iphone. Quem tem pode testar aí e avisar.

teclado

Mais dicas: https://telegram.me/palpitandoocotidiano

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Papo sem fio com Bia Kunze

Por Rodolfo Rodrigues

biakunze_garotasemfio_logotipo

Logo do blog

Todo mundo que gosta e acompanha tudo sobre tecnologia conhece a Garota Sem Fio, Bia Kunze, mas muita gente não sabe como ela começou. Como uma dentista que cursou Rádio e TV e Jornalismo, mas não terminou, foi virar consultora em tecnologia móvel? Como também sou curioso resolvi procurá-la no Telegram e pedir uma entrevista para o blog.

Muito simpática e atenciosa, ela respondeu as perguntas em forma de áudio. Resolvi transcrever de maneira diferente, ao contrário das entrevistas ping pong (pergunta e resposta) que sempre publico no Palpitando o Cotidiano, coloquei os temas em tópicos, com as aspas dela na sequência. Espero que vocês gostem. Acompanhe nosso canal no Telegram: https://telegram.me/palpitandoocotidiano

O começo da Garota Sem Fio

“Formei em 1997 (odontologia) e foi nessa época tive meu primeiro celular, porque precisava de alguma coisa que me ajudasse no início da vida profissional. Tava começando a montar um consultório, mas eu também estava servindo o exército como dentista, era recém-formada, e começando cursar uma especialização em outra cidade que ficava a 100km de Curitiba, então para poder juntar tudo isso, o celular se tornou bastante útil.  Mas em 2001 eu ganhei um Palm que começou ajudar muito na minha vida profissional, para organizar cliente, material de referência, agenda e tudo mais. Fiquei muito entusiasmada com aquilo, comecei a participar de listas de discussão na internet para aprender, porque eu era totalmente crua nesse tipo de coisa, era um zero mesmo em tecnologia. Fui aprendendo explorando melhor as possibilidades e a ideia do blog veio em 2002. Começou no Blogger e depois migrei pro Blogspot porque dava pra publicar a partir do Palm, mas como não havia a possibilidade de exportar os posts eu acabei perdendo uns oito meses mais ou menos de blog, mas a partir de 2003 todo histórico está até hoje no meu blog. Então comecei para compartilhar aquilo que eu ia aprendendo, descobrindo, porque as listas de discussão e os grupos de internet eram muito focados nos ‘ninjas de TI’, então o blog surgiu com a ideia de compartilhar o que eu aprendia com uma linguajar mais fácil para que outras pessoas que tinham profissões ‘normais’, que não fosse de TI, pudesse explorar os Palms e a tecnologia móvel igualmente”.

Outras plataformas

“O podcast começou em 2005, e o Youtube eu tenho a conta desde que começou, postava um ou outro vídeo, mas agora estou postando mais, porque as pessoas estão acessando mais o Youtube e as nossas conexões melhoraram para ver vídeo, essa era uma grande limitação que a gente tinha lá por 2006. A plataforma que gosto mais é o meu blog, eu gosto de redes sociais, mas gosto mais do blog eu mando e desmando e ninguém me censura lá”.

Dicas de aplicativos (pedi três)

“Sobre os apps que indico, eu pesquiso, os leitores me mandam dicas e os desenvolvedores me procuram também. Muitos eu vou acompanhando os desenvolvimentos dos aplicativos, alguns nem publico, fico apenas testando de beta. Falar do Evernote é lugar comum, sou embaixadora, me tornei embaixadora porque era uma heavy user e fã. Então eu não fico divulgando e falando do Evernote porque sou embaixadora e sim o contrário, me tornei embaixadora porque era entusiasta do aplicativo. Sou muito fã do Telegram, tenho um canal lá, a adesão foi muito grande, os mais engajados, os que gostam de novidade estão adotando o Telegram e descobrindo novos usos. O Skype eu uso muito, praticamente todas reuniões que faço com desenvolvedores, empresas e clientes é via Skype, inclusive pelo smartphone, isso me dá muita liberdade. Uso desde que surgiu, isso já vão uns 15 anos pra mais. Gravo meus podcasts também com ele, costumo entrevistar as pessoas e gravo através de um plugin de outro aplicativo”.

WhatsApp vs Telegram

“As pessoas preferem o WhatsApp ao Telegram porque elas não conhecem. O Facebook e o WhatsApp são os mais conhecidos, brasileiro praticamente só usa rede social no smartphone, aplicativo de produtividade, utilitário são bem poucos. É desproporcional se colocarmos em uma balança. Falta informação, o brasileiro tá muito conectado, mas tá bem desinformado, infelizmente, eles gostam de memes, não gostam de notícia”.

Marco Civil

“Acho que foi uma conquista importante. É uma iniciativa que a gente não vê em outros países, só que ainda tem coisas para acertar as ponteiras, os aplicativos manterem o registro do usuário é uma questão bem polêmica e complicada, por causa da privacidade. E também a questão da neutralidade da rede que no Brasil não está sendo desrespeitada, aliás, foi o quesito mais comemorado do Marco Civil foi a neutralidade, mas infelizmente no Brasil está se tomando um outro caminho, até falei no blog porque sou contra as promoções com Facebook, Twitter e WhatsApp grátis, lá eu explico direitinho”.

Bloqueio do WhatsApp

“Sobre o bloqueio do WhatsApp foi uma atitude totalmente autoritária e desproporcional eu acho que essa questão tinha que ser resolvida diretamente com o Facebook através de outras medidas. Foi um exagero colocar mais de 100 milhões de usuários sem o serviço no Brasil foi uma reação desproporcional”.

Mensagem para os internautas

“Minha mensagem é para ter mais controle sobre aquilo que consomem na internet, consuma aquilo que você gosta e que tem relevância pra você e não aquilo que o Facebook empurra. O Facebook faz uma curadoria de conteúdo, ele diz que o algoritmo é baseado no gosto do usuário e ele entrega o que o usuário gosta mais, mas isso não é verdade. O Facebook entrega aquilo que é mais interessante para ele. A gente vê que post de humor e meme faz muito sucesso porque o Facebook colabora para disseminar esse tipo de assunto, a informação, a notícia mais aprofundada, o artigo importante fica em segundo plano. A empresa gosta de polêmica porque é aquilo que dá visualização, as pessoas veem mais anúncio e é isso que dá dinheiro. Portanto peço que saiam um pouco do Facebook, use agregadores de feed para ler seus sites e blogs favoritos e controlar aquilo que você realmente gosta, sem interferência externa. Hoje o lema do meu blog é usar a tecnologia móvel com mais sabedoria, antes eu queria que as pessoas conhecessem a tecnologia móvel, eu difundia o uso de smartphones e apps, hoje isso não é mais necessário, meu blog foi se moldando conforme o público ia se transformando, então prefiro passar a ideia de um uso mais racional e mais inteligente da tecnologia móvel”.

Bia Kunze
*consultora em tecnologia móvel

*blogueira, podcaster, palestrante e professora

*comentarista da rádio CBN Curitiba

www.garotasemfio.com.br/blog

Twitter.com/garotasemfio

https://telegram.me/garotasemfio

 

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  Bia Kunze

 

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Sexismo alvinegro

Por Débora Anício

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A polêmica da semana – ou pelo menos a polêmica mineira – é a apresentação do novo uniforme oficial do Atlético-MG, realizada na noite desta segunda-feira (15) em Belo Horizonte. Mas o que há de polêmico num evento feito por um time para divulgar a roupa que vai usar durante o ano (e que vai render milhões para esse mesmo clube)? A polêmica está no fato das modelos (mulheres) desfilarem de biquíni. Centenas de pessoas reclamaram de machismo nas redes sociais, e outras centenas criticaram quem viu sexismo na apresentação.

Houve sexismo e machismo? Para mim sim. Mas antes de alguém me mandar lavar louça ou emagrecer (pois essas são as sugestões favoritas de quem não sabe argumentar, além do famoso “vá caçar um macho”), vamos pensar um pouquinho… Por que as mulheres precisam estar de biquíni? Por que as mulheres que usaram a camisa do Galo estavam com apenas uma calcinha ou com um minúsculo shortinho? Esses biquínis estão à venda nas lojas do Galo? É permitido entrar usando apenas esses biquínis ou shortinhos no Mineirão ou Independência? A bandeira do Galo serve apenas para tapar as curvas de uma mulher de biquíni? Por que os modelos masculinos não desfilaram sem os longos calções para chamar a atenção do público para a camisa? Por que os homens não desfilaram sem camisa para o público poder se atentar a todos os detalhes do calção? Por que EM MOMENTO ALGUM nenhum homem mostra pernas, barriga, bunda e peito? Por que o máximo de pele que conseguimos ver de Robinho (o astro atleticano do momento e principal atração do evento) vem de seu rosto, pescoço, antebraço e flashes de seus joelhos?

Alguns questionaram que essa prática é comum nos clubes europeus, como se o hábito de uns justificasse o sexismo de outros. Alguns apontaram que se trata de um evento de moda e que isso é comum no mundo fashion. Ok, até concordo com a segunda argumentação; mas em partes. Na moda, as tops precisam ser super magras para servir de cabides para as roupas e para os estilistas não terem que se preocupar com as medidas da mulher para criar um modelo, apenas precisam deixar sua imaginação rolar sobre um papel ou máquina de costura (quem vai vestir que se vire para entrar no padrão absurdo estipulado por essa indústria). Apesar de discordar, ainda sim é cabível a exibição de algumas partes do corpo feminino (e também masculino, vamos lembrar) nos desfiles de moda porque, afinal, faz parte do show. Num desfile, além das roupas, está sendo exibida uma proposta, uma ideia, uma forma inovadora de enxergar a moda.

Mas… Qual a justificativa para esse excesso de pele feminina à mostra na divulgação do uniforme oficial de um clube de futebol? Em momento algum foi destacar o uniforme, afinal não me lembro de ver o escudo do Atlético no biquíni e muito menos imagino que esse biquíni vai desfilar pelos gramados do mundo do mundo ♫ pra vencer ♫.

Não houve “seminudez” artística no evento atleticano, mas apenas uma mentalidade retrógrada e machista de que apenas homens consomem o futebol. Apenas homens compram camisas, shorts e afins e que aquele é um evento só para eles. Ora, se o evento é só para machos, nada mais natural que existam fêmeas com o corpo à mostra para atrair o sexo oposto.

O biquíni não é o problema, mas como ele é usado. Exibir o corpo de uma mulher não é machismo ou sexismo, dependendo do objetivo com que isso é feito. O uso das mulheres seminuas no desfile não teve nada a ver com exibir o novo uniforme, em destacar o novo design ou em salientar a beleza da bandeira; o corpo das modelos femininas esteve ali apenas para atrair os homens. E é no mínimo triste ver meu time do coração fazer isso. E triste também imaginar que a direção ou marketing do clube não percebe o potencial de compra das mulheres. Se a desculpa esfarrapada é de que os belos corpos femininos estão ali porque fazem parte do show de moda atleticano, que colocassem os belos corpos masculinos à mostra também – afinal as mulheres são consumidoras, e se querem atrair uma parte do público para as lojas com o chamariz do corpo, que se esforcem para atrair as consumidoras também.

 

*Débora Anício

Jornalista, mineira, cinéfila, atleticana, beatlemaníaca, legionária, machadiana e apaixonada por Gabriel García Márquez

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Amy, o documentário

 

Por Rodolfo Rodrigues

Amy

Medo, incertezas, conflitos, dores e talento, muito talento desperdiçado. De forma simplória é assim que podemos definir Amy Winehouse, com base no documentário lançado no ano passado e que chegou a Netflix, no primeiro dia de fevereiro.

Dona de um talento extraordinário a cantora britânica teve um final trágico devido ao vício em álcool e drogas, podemos dizer também que tudo ligado ao amor doentio que nutria por seu ex-marido Blake Fielder-Civil, que como diz uma médica no documentário: “É óbvio que ele estava se aproveitando do estado de saúde dela para não perder a mamata”, conta a doutora falando sobre as dificuldades impostas por Blake para tratar Amy.

Nas pouco mais de duas horas de filme fica claro que a cantora amava a música, mas não queria o sucesso, ou não sabia lidar com ele. Amy cresceu com alguns tormentos e traumas devido à separação dos seus pais. Começou a fumar maconha e beber bem cedo, mas foi com o ex-marido que partiu para as drogas mais pesadas, que a levaram ao óbito. Na adolescência ela também desenvolveu bulimia, que a acompanhou até a fase adulta.

Amy era perseguida pela imprensa a todo o momento, era zombada em programas de rádio e TV e vivia fugindo de fotógrafos que não a largavam nunca. Quando não estava sendo seguida por câmeras de TV era seu próprio pai que aparecia com uma equipe de filmagem para registrar seus momentos no Caribe, quando tentava abandonar o vício. É tão claro que o pai da cantora queria tirar vantagens financeiras da situação da filha, que a própria Amy o questiona em um momento: “Você quer dinheiro, pai? Eu te dou (…)”. “(…) Você quer me transformar em um produto”.

Um adendo na curta história da carreira de Amy é a banda que a acompanhava. Jazzistas espetaculares, não sei por onde eles andam, ou com quem estão tocando, mas aquela banda era ouro puro.

 

 

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